Author Archives: amadeu
Série :: A cidade no Brasil
Série completa em: https://sesctv.org.br/programas-e-series/acidadenobrasil/
Processo Dança DerivaSP
Dossiê São Paulo + DOC “Entre Rios”
Dossiê São Paulo, Hoje
(da edição 71 em copyleft da Revista do Instituto de Estudos Avançados – USP)
Editorial
Metrópoles desgovernadas – Maricato, Erminia .pdf em Português
O modelo de desenvolvimento urbano de São Paulo precisa ser revertido – Bonduki, Nabil .pdf em Português
São Paulo: segregação urbana e desigualdade – Villaça, Flávio .pdf em Português
A requalificação do centro de São Paulo – Alves, Glória da Anunciação .pdf em Português
Oferta e estresse hídrico na região Metropolitana de São Paulo – Ribeiro, Wagner Costa .pdf em Português
Gestão de resíduos sólidos em São Paulo: desafios da sustentabilidade – Jacobi, Pedro Roberto; Besen, Gina Rizpah .pdf em Português
São Paulo, centro e periferia: a retórica ambiental e os limites da política urbana – Martins, Maria Lucia Refinetti .pdf em Português
São Paulo: cidade da intolerância, ou o urbanismo “à Brasileira” – Ferreira, João Sette Whitaker .pdf em Português
Mobilidade na cidade de São Paulo – Rolnik, Raquel; Klintowitz, Danielle .pdf em Português
Um sistema de espaços livres para São Paulo – Leite, Maria Angela Faggin Pereira .pdf em Português
Conservação de áreas naturais em São Paulo – Mello-Théry, Neli Aparecida de .pdf em Português
São Paulo: exercícios de esquecimento do passado – Zanirato, Silvia Helena .pdf em Português
Operação urbana consorciada Vila Sônia e a possibilidade de diálogo – Gonçalves, Fábio Mariz .pdf em Português
Sobre uma cena de “Fim de semana no Parque”, do Racionais MC’s – Garcia, Walter .pdf em Português
Poemas sobre São Paulo (varios autores) .pdf em português
Moderno e Pós Moderno na Cidade
Este post é dedicado a apresentar as principais referências teóricas que versam sobre o tema – modernidade e pós modernidade, e seus reflexos sobre o espaço urbano. Mudanças culturais e modos culturais, políticas públicas, segregação urbana, a noção de espaço público e a hegemonia do espaço e ideologia do privado, arte e intervenção na cidade atual. Os textos constituem material de aprofundamento para estudantes e professores.
Verbetes de apoio:
.pdf > modernidade / modernismo / pós modernidade (clique com botão direito para salvar em seu computador).
TEXTOS:
HARVEY, David – Capítulo da Condição Pós Moderna: Passagem da modernidade à Pós modernidade
SALGUEIRO, Teresa Barata. Cidade Pós Moderna: Espaço Fragmentado
ROCHA, Emílio Fernandes. O Grafite na Condição Pós Moderna
PEREIRA, Ana Luisa Duarte Santos. O espaço urbano Pós moderno e a arquitetura
GOMES, Ricardo Cordeiro. A Cidade Moderna e suas derivas Pós Modernas
RAHDE, Maria Beatriz Furtado. Imagens e Imaginários: do moderno ao pós moderno
SANTUCCI, J. As relacoes entre público privado
MENDONÇA, Eneida Maria Souza. Apropriacões do Espaço Público: Alguns Conceitos
CALDEIRA, Teresa Pires do Rio. Enclaves fortificados: A nova_segregacao urbana
GRAÇA, Miguel Silva. Espaços públicos e uso coletivo de espaços privados
(LIVRO) Beiguelman, Bambozzi, Bastos & Minelli (orgs.) apropriações do (in) comum espaço público e privado em tempos de mobilidade.
LIVROS FUNDAMENTAIS
Obras essenciais via google books ( caso goste, vale a pena ter um original pra carregar para qualquer lugar onde se queira ler sem precisar de energia elétrica!, “roots ways” …)
Planos Urbanos :: projetando cidades
Espaço para percebermos as diferentes formas projetadas para as cidades. Os modelos básicos de desenho urbano partem de projeções lineares, radiocêntricos e ortogonais, assim como a própria fusão dos mesmos conforme expansão das cidades ao longo do espaço-tempo.
EMPLAZAMIENTO Y SITUACIÓN/PLANOS URBANOS
PLANOS HISTÓRICOS: Fonte > Historic cities maps
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Redes Urbanas
Redes Urbanas. IN: CARDOSO Jr, Amadeu. A dimensão geográfica da Internet no Brasil-Mundo. São Paulo, USP, 2009.
O conceito de redes urbanas em geografia é bastante antigo e nos serve de base para a estruturação das atuais redes digitais. Diversos autores abordaram o assunto na tentativa de compreender as características das relações entre as cidades bem como as necessidades de integração de um território ou de uma região contribuindo sobremaneira para compreender as semelhanças e pequenas diferenças no desenvolvimento das atuais redes informacionais.
O conhecimento da situação de uma região, nos prevenia Bernard Kaiser , num momento preciso, requer a análise de um certo número de dados de base que levem em conta também a vida funcional da mesma através dos fluxos contínuos entre os lugares e os diferentes níveis de “polarizações que orientam e ativam esses fluxos” Em termos de estrutura essa realidade seria expressa pela rede urbana, vínculos funcionais entre os lugares que permitem avaliar o dinamismo de uma região. “O conhecimento da rede urbana leva diretamente à compreensão geográfica da situação regional.
A rede urbana apareceria fruto de um desenvolvimento do próprio capitalismo e da necessidade de integração de mercados e lugares. Poderíamos construir um paralelo com o desenvolvimento das redes digitais para amplificar as relações capitalistas entre os lugares estendendo seu poder de atuação. Assim como, ampliando à noção de região dentro de uma escala de funcionalidade mundial.
Numa rede urbana os centros seriam afetados por reações de aproximação ou de afastamento em relação à fonte de um estímulo provindo de lugares e dinamizados através da possibilidade do contato, definindo-se assim por suas ligações.
Segundo, Lobato Corrêa o conceito de rede urbana reflete e reforça as características sociais e econômicas do território, sendo uma dimensão sócio-espacial da sociedade. A noção de rede urbana refere-se à funcionalidade de cada lugar e a expressão de uma divisão territorial do trabalho, classificando as cidades segundo uma ordem hierárquica. O conjunto articulado de uma rede urbana expressa o desenvolvimento e sua difusão espacial, seu poder de integração na escala nacional e a existência de desequilíbrios internos.
Na espacialidade que a rede cria, a cidade insere-se como centro difusor do desenvolvimento, na distribuição de bens e serviços e relações de poder. A rede urbana também inscreve-se na condição de uma divisão territorial do trabalho, através dela torna-se viável a produção de diversas áreas agropecuárias e de mineração, assim como a produção industrial, a circulação entre as cidades e áreas e o consumo. “É via rede urbana que o mundo pode tornar-se simultânea e desigualmente dividido e integrado”.
Consideradas as diferentes funções desempenhadas pelas cidades, principalmente no que se refere as suas atividades de serviço, as mesmas não podem ser consideradas organismos independentes e isolados uns dos outros. A unidade real de organização constituí-se pela complementaridade de serviços que os diferentes centros urbanos e seu entorno oferecem e demandam, a rede urbana. Esse relacionamento entre as cidades de uma certa região ou país acarreta em diferentes níveis de concentração econômica e a constituição de uma hierarquia.
As redes urbanas tendem a ser muito diferentes uma das outras de acordo com as regiões e países. Sua variedade, segundo Rochefort, “resulta da maior ou menor multiplicidade dos tipos de centros urbanos; depende também das formas de interdependência e dos laços existentes entre estes centros” . A rede também ganha complexidade na medida em que localizam em países com maior desenvolvimento econômico e social, surgindo numerosos tipos de centros que fomentam a reprodução de variados tipos de serviços, ao contrário de países pobres onde a interligação regional é mais reduzida e dependente de um ou dois centros mais importantes em escala nacional.
A rede urbana reflete os efeitos das práticas de corporações, que Lobato Corrêa chama de multifuncionais e multilocalizadas, que ao introduzirem diferenciações ou especializações condicionam novas ações e por sua vez fluxos de circulação e comunicação.
Segundo o pensamento de David Harvey (citado por Corrêa), é através da forma espacial da rede urbana que no capitalismo se dá a criação, apropriação e circulação do valor excedente. Cada nodosidade ou cidade participa de alguma forma do processo descrito acima. O mundo capitalista teria sua forma espacial consagrada na rede, já que ele apresenta-se dividido e articulado. Dividido no que se refere à esfera da produção e consumo, e articulado em relação à integração na troca entre produtores localizados em diferentes territórios.
Michel Rochefort sugere uma geografia urbana onde o setor de serviços cria em seu exercício uma organização do território como zona de influência, ocupação nos lugares e uma ação sobre o mesmo em diferentes categorias (como serviços bancários, institucionais, governamentais, educativos, hospitalares etc) que organizados em um arcabouço ou estrutura em redes estendem sua atuação e estratégia espacial.
Segundo Lobato Corrêa, “esta divisão e articulação só é viável através de uma ampla rede urbana, abrangendo vários tipos e centros localizados em vários territórios. Distancia-se neste momento histórico uma relação cidade-campo, definida pelo burgo ou cidade e sua área de influência (hinterlândia), atualiza-se a visão espacial para uma relação da cidade-região trata-se de centralidades urbanas integradas às áreas agrícolas e subordinadas a algumas cidades globais e metrópoles nacionais. Relações estas assimétricas do ponto de vista dos ganhos de capital”.
As redes distribuem bens e serviços decorrentes de uma diferencial demanda e produção dos mesmos entre as cidades. O grande centro também desempenha o papel de difusor de idéias e valores capitalistas, criando condições de reprodução de todo o sistema, trata-se da veiculação de idéias e valores
O pensamento desenvolvido por Kaiser, Corrêa e Rochefort vai de encontro à trabalhos contemporâneos que definem um campo urbano global, uma rede de cidades globais, pois guardadas as diferenças de escala fundamentam-se pelos mesmo argumentos.
O conhecimento do que Kaiser chama de estrutura geográfica regional, teria por base um conhecimento dos fluxos e das cidades como centros populacionais e de trocas diversas (população, recursos, consumo, intercâmbio comercial). “A organização das relações comerciais e bancárias, de um lado, e das relações de serviços, de outro, estão na base da formação da rede urbana”, fornecendo um conhecimento fundamental para o entendimento da estrutura regional e da formulação de um “quadro espacial preciso, do impacto das diferentes opções políticas sobre os processos de desenvolvimento territorial” .
Contemporaneamente esta estrutura compreende também uma rede de serviços (para muitos denominado apressadamente de quarto setor da economia) numa rede virtualizada, que muitos autores irão denominar de cidades virtuais, tema já explorado em geografia , numa primeira aproximação da geografia da matéria (física-transformada) com a espacialidade do mundo virtual ou da noção atual de imaterialidade . A análise conduzida por Rochefort ao analisar a influência do setor terciário da economia na configuração do território nos faz levantar uma tese de que a constituição de alguns serviços no meio virtual ou a chamada virtualização das ações em um meio digital possibilitado pelas Tecnologias da Informação e da Comunicação nada mais são do que um aprofundamento das relações já previstas no conteúdo das redes urbanas regionais originais. Pela estrutura ponto-a-ponto (cliente-servidor ) da Internet por exemplo, muda-se a relação de hierarquia entre as cidades, já que nesse sentido pode-se ir de um computador em um pequeno centro local (com sistema de telecomunicações básico; móvel ou fixo) até uma Metrópole Regional ou Nacional. No entanto, do ponto de vista do volume de tráfego e de sua organização a estrutura técnica das redes atuais compostas por máquinas e investimentos ainda é proporcional ao tamanho das cidades, seu volume de transações econômicas e concentração de capitais, reproduzindo e reafirmando a rede urbana e sua hierarquia pré-existentes.
A Cidade e o Urbano
Uma cidade ou urbe é uma área urbanizada, que se diferencia de vilas e outras entidades urbanas através de vários critérios, os quais incluem população, densidade populacional ou estatuto legal, embora sua clara definição não seja precisa, sendo alvo de discussões diversas. A população de uma cidade varia entre as poucas centenas de habitantes até a dezena de milhão de habitantes. As cidades são as áreas mais densamente povoadas do mundo. São Paulo, uma das cidades mais populosas do mundo, com cerca de 10,9 milhões de habitantes, possui uma densidade populacional de aproximadamente 7,15 mil habitantes por quilômetro quadrado. Enquanto isso, o Brasil, país onde a cidade está localizada, possui apenas 20 hab/km².
O termo “cidade” é geralmente utilizado para designar uma dada entidade político-administrativa urbanizada. Em muitos casos, porém, a palavra “cidade” é também usada para descrever uma área de urbanização contígua (que pode abranger diversas entidades administrativas). Por exemplo, a cidade de Londres propriamente dita possui apenas cerca de 8,6 mil habitantes. Porém, quando alguém se refere à cidade de Londres, está geralmente referindo-se à sua região metropolitana, isto é, à sua área urbanizada, que possui aproximadamente 7,4 milhões de habitantes. Tóquio, muitas vezes descrita incorretamente como uma cidade, é na verdade uma metrópole (? – to) do Japão, formada por 23 bairros diferentes.
Estudos mais recentes procuram abordar a Cidade a partir de uma perspectiva mais complexa. Uma formação urbana ou um aglomerado humano, para ser mais adequadamente chamada de “cidade”, deveria apresentar um certo conjunto de aspectos, entre os quais (1) um determinado qualitativo populacional formado por indivíduos socialmente heterogêneos, (2) uma localização permanente, (3) uma considerável extensão espacial, (4) um certo padrão de espacialidade e de organização da propriedade, (5) a ocorrência de um certo padrão de convivência, (5) a identificação de um modo de vida característico dos citadinos, (6) a presença de ocupações não agrícolas, (7) a presença de um quantitativo populacional considerável, cujo limiar é redefinido a cada época da história, (8) a ocorrência de uma considerável densidade populacional, (9) uma abertura externa, (10) uma localidade de mercado, entre outras características.
Não há um padrão mundial que defina uma cidade. Esta definição varia de país para país. Tradicionalmente os organismos públicos consideram a existência de uma cidade baseados em critérios quantitativos. Na Dinamarca, por exemplo, bastam 250 habitantes para uma comunidade urbana ser considerada uma cidade, e na Islândia, apenas 300 habitantes. Na França, um mínimo de dois mil habitantes é necessário, e na Espanha, dez mil habitantes. Organizações e empresas também podem possuir seus próprios critérios de “cidade”. A Organização das Nações Unidas, por exemplo, considera uma cidade somente áreas urbanizadas que possuam mais de 20 mil habitantes. Diversos países de língua inglesa possuem duas definições de cidade, city e town, cujas diferenças variam de país para país. A Nova Carta de Atenas define a cidade como um “estabelecimento humano com um certo grau de coerência e coesão”. Esta definição abarca o conceito mais lato de “cidade”, e engloba tanto os conceitos de línguas que não distinguem as vilas de cidades (por ex., francês ville), como os conceitos da línguas que distinguem cidades de aglomerados ainda maiores (por ex., alemão Großstadt).
A distinta consideração de cidade pode resultar em casos extremos: Trancoso, em Portugal (esquerda), é considerada oficialmente cidade desde 2004, com apenas 10.889 habitantes, enquanto Madrid, Espanha (direita), é oficialmente uma vila (Villa de Madrid) com 3.213.271 habitantes.
O pavilhão israelense na Bienal de Arquitetura de Veneza de 2000, por exemplo, deu a seguinte definição de cidade: A cidade é um habitat humano que permite com que pessoas formem relações umas com as outras em diferentes níveis de intimidade, enquanto permanecem inteiramente anônimos. Algumas concepções arquitetónicas descrevem a cidade como uma estrutura material e conceptual, com um dimensionamento e dinâmica próprios, que estrutura aglomerações populacionais, conferindo-lhes um sentido, uma função e uma finalidade. É possível investigar a gênese da cidade quando se questiona o limite entre o que se consideraria uma “grande casa” de uma “pequena cidade”, passando a procurar critérios qualitativos mais do que quantitativos. Tal limite se daria, supostamente, na medida em que na “pequena cidade” existe uma instância que transcende à propriedade da “grande casa”, ou seja, uma esfera que vai além das relações próprias da esfera privada: a esfera pública, expressa material e administrativamente no espaço público. Na cidade, entendida assim, cada uma das manifestações do espaço privado (as residências, por exemplo) têm livre acesso aos demais espaços comuns da cidade. Desta forma, é na cidade que se efetivam as diferentes relações de intimidade entre os vários indivíduos e grupos (tal qual coloca a afirmação exposta na Bienal de Veneza). Por este motivo, diversos estudiosos ao longo da história, como Lewis Mumford e Giulio Carlo Argan, viram na cidade não só uma das mais perfeitas invenções humanas como o ambiente propício à criação e ao desenvolvimento humano.
Uma cidade geralmente consiste no agrupamento de áreas de funções diversas, entre as quais pode-se destacar aquelas residenciais, comerciais e industriais, assim como as zonas mistas (principais caracterizadoras das cidades contemporâneas). No geral, uma grande parte de uma cidade é ocupada primariamente por estabelecimentos residenciais. Todas as diferentes zonas da cidade são suportadas através de infra-estrutura tais comovias públicas e ferrovias. Rios e lagos podem ser as únicas áreas não desenvolvidas dentro de uma cidade, embora uma série de empreendimentos recentes tenham se apropriado urbanisticamente de tais regiões, a partir de uma visão própria do desenvolvimento sustentável e da ecologia urbana.
Fonte:
IBGE – Estimativas / Contagem da População 2007 14 de novembro de 2007.
[BARROS, José D’Assunção. Cidade e História. Petrópolis: Vozes, 2007, p.108. Este conjunto de aspectos, e mais alguns outros, é que autorizariam a classificar uma formação como “cidade”, conforme discussão proposta por Barros na obra citada.
Nova Carta de Atenas, adoptada pelo conselho Europeu de Urbanistas (CEU) em Maio de 1998
Rodrigues, Maria João M., Pedro F. de Sousa e Horácio M. P. Bonifácio, Vocbulário técnico e crítico de Arquitectura — Quimera Editores, 1990
IN: http://pt.wikipedia.org/wiki/Cidade
Verbetes de apoio:
> .pdf > urbanismo / urbanização / cidade (para salvar em seu computador, clique com o botão direito e selecione “salvar destino como…”/”save link as…“)
TEXTOS
CORRÊA, Roberto Lobato. O Espaço Urbano
LEFEBVRE, Henri. Revolução Urbana (cap.1)
História da Cidade
Perceber a evolução e o desenvolvimento das cidades ao longo da história, observando e analisando suas permanências e revoluções; mudanças técnicas e nas relações sociais, bem como modos de produção, circulação e consumo.
Verbete de apoio: web/wikipedia ou pdf (para salvar em seu computador, clique com o botão direito e selecione “salvar destino como/save link as“)
TEXTO:
SANTOS, Milton. A forma e o tempo: a historia da cidade e do urbano , extraído do livro: SANTOS, Milton. Técnica espaço tempo – Globalização e meio técnico-científico-informacional
ABIKO, ALMEIDA & BARREIROS. Urbanismo: História e Desenvolvimento.
BERNARDES, Andréa Gonçalves Moreira. Urbanismo Mesoamericano Pré?colombiano
VÍDEO:
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Arquitetura e Urbanismo
CIDADES ANTIGAS
CIDADES NA IDADE MÉDIA E RENASCIMENTO
MODERNIDADE E URBANIZAÇÃO
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História da Arquitetura (verbete) > web / pdf
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